Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais

Oficina Brasil

NotíciasFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2026. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Pitstop
  4. /
  5. Indícios de que a junta homocinética pode estar comprometida

Indícios de que a junta homocinética pode estar comprometida

As juntas homocinéticas podem sofrer desgaste prematuro devido a alguns fatores que envolvem a forma como o motorista conduz o veículo e o tipo de solo que trafega

Da Redação
02 de fevereiro de 2022

Parte do sistema de transmissão do veículo, as juntas homocinéticas são responsáveis por transmitir a força do motor para as rodas, fazendo assim com que elas girem e o carro se movimente. É fundamental entender seu funcionamento tanto para conseguir interpretar possíveis falhas no sistema de transmissão como para aumentar sua durabilidade.

Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata, afirma:“Juntas homocinéticas danificadas podem ocasionar paradas desnecessárias e não programadas já que, quando comprometidas, as rodas podem travar ou perder a tração, fazendo com que o veículo pare em local e hora não programado”. 

É preciso ficar atento aos sinais de desgaste das juntas homocinéticas. Segundo Silva, entre os indícios que podem indicar que a peça esteja comprometida é o ruído. “Caso o motorista ouça um som de clique proveniente das rodas ao acelerar o carro em curvas ou quando realiza curva em marcha a ré é bom ficar atento, é um sinal de que ocorrem falhas  na junta fixa”, explica o gerente, acrescentando: “O ruído durante a aceleração em linha reta indica desgaste na junta deslizante”.

De acordo com Silva, uma das principais causas de desgaste da junta homocinética e coifa e vedação comprometida, provocando contaminação da graxa com a entrada de resíduos e fazendo com que ela se torne uma pasta abrasiva.

O excesso de torque na instalação da peça também pode causar danos à rosca ou no estriado, por isso é aconselhável usar o torquímetro para aperto da porca, assim como problemas na geometria da suspensão. “Carro desalinhado, com excesso de bagagem ou rebaixado podem comprometer a junta deslizante”, alerta o gerente.

A recomendação é fazer a inspeção preventiva a cada 10 mil quilômetros  e ter atenção especial ao estado das coifas.

Esta e outras dicas de manutenção podem ser conferidas no blog da Nakata.

Acessar Manuais Técnicos

Conteúdo
útil?

Faça login para avaliar

Foi útil?

NOTÍCIAS RELACIONADAS
Pitstop
Pitstop
ZF Aftermarket inaugura Hub Tecnológico no Brasil como polo de negócios digitais e inovação
Pitstop
Pitstop
Pequena, mas poderosa: como oficinas organizadas faturam mais sem precisar crescer em tamanho
Pitstop
Pitstop
Quanto fatura uma oficina mecânica e automotiva com uma boa gestão?